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11/12 23h28 2017 Você está aqui: Home / Equilíbrio Psicofisiológico Manuel Barreto Imprimir postagem

O caminho da Graça

Você está aqui: Home / Equilíbrio Psicofisiológico - com Manuel Barreto

Ao analisar o que realmente faz um ser humano ter graça ou ser indesejável, deparamo-nos com alguns aspectos preponderantes: orgulho, vaidade, cobiça, ira, ciúmes, luxúria, inveja, gula, elementos que nos tornam desagradáveis.

Muitos dos preconceitos que se externam são na realidade uma manifestação desumana de um defeito ou agregado que carregamos em nosso espaço psicológico.

Julgar apenas pelas aparências, achar que somos superiores ou melhores do que os outros ou discriminar por preconceitos de qualquer espécie, de fato leva a um nível inferior de humanismo.

Os fatores do egoísmo trazem dores, sofrimentos, opressões, conflitos, pressões e depressões, injustiças, medos, entorpecem a alma, aprisionam nossa verdadeira essência, impedem a expressão do puro e verdadeiro Amor.

Homens e mulheres vitoriosos e realizados não são os melhores intelectuais, os grandes profissionais, os maiores empresários ou os excelentes cientistas ou ainda os grandes políticos, são aqueles que conseguiram vencer a si mesmos, a maior vitória é o triunfo sobre o egoísmo.

Haverá uma paz, uma harmonia, uma justiça, uma misericórdia, uma realidade humana de grande desenvolvimento interior e exterior quando cada um de nós olharmos para dentro de nós mesmos, descobrindo e vendo tudo que nos faz sofrer e aos demais.

Eliminar todo o sofrimento, e fazer, naturalmente, nascer tudo que nos torna felizes, livres, amorosos, e a todos que nos rodeiam, possibilita-nos viver estados de graças.

A simplicidade, a verdadeira humildade, a alegria pelos bens alheios, a paciência, a compreensão, a caridade, a temperança, a solidariedade, o verdadeiro amor pelo próximo, tudo isto muda tanto nossa vida interior como o mundo exterior.

Descobrir a verdadeira vocação de nosso Ser nos dá realização, preenchimento de espaços vazios, vontade e ânimo de viver, de servir, de sermos, essencialmente, úteis à sociedade em que vivemos.

 

Manuel Barreto


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