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15/04 14h37 2018 Você está aqui: Home / Politica Adelmo Borges Imprimir postagem

Os cristãos acreditam que a pratica do bem atrai bons sentimentos condição essencial para ser ouvidos e assistidos por DEUS e seu filho Jesus Cristos nos momentos de reflexões e oração. Mais ainda acreditam que o mal sucumbe diante do bem, mesmo que, nos primeiros momentos, tenha que trafegar por caminhos tortuosos. Assim o exemplo de grandes mentes espiritualizadas como Jesus, Buda, Ghandi e os seguidores da doutrina que se debruçaram na luta contra a injustiça social a exemplo de Luter King, Malcon X, Tereza de Calcutá, Mandela, Santa Terezinha, Padre Ibiapina, Padre Cícero Romão, Dom Helder Câmara, enfrentaram a truculência e o absolutismo, porem, munidos da fé, da simplicidade e da persistência mantiveram sua trajetória em pró do direito e a dignidade humana. O mal assim como o crime não compensa, tão pouco traz a felicidade dos que o praticam. Os homens são a semelhança, mais não possuem o poder e a onipotência do Rei do Universo.


Aproximam-se as eleições majoritárias de 2018 no Brasil, num estágio de irracionalidade, irresponsabilidade e desentendimentos entre as principais nações mundiais, com fortes reflexos na política e na economia global. A articulação para tomada do poder pelos meios aparentemente legais deixa claro um projeto para prevalecer e manter os privilégios das castas que sempre repudiaram os pobres e excluídos da classe social. Imaginar a ascensão desses, permitir que  passem a freqüentar os meios, os lugares e os espaços antes reservados aos ditos nobres é inaceitável. A questão não se refere à raça, gênero, mas de classe. 


O processo eleitoral foi tradicionalmente manipulado ou direcionado para os que detêm maior poder financeiro ou o representam. Com a necessidade de diversificação do mercado, maior liberdade da imprensa, o desenvolvimento e a facilidade do acesso a comunicação social via o desenvolvimento tecnológico e a independência de alguns setores da estrutura governamental, os maus feitos se evidenciaram. Mais ainda como o relaxamento do absolutismo do poder central.


Os golpistas são denunciados em tempo real pelos modernos meios de comunicação social que passaram a rivalizarem com os meios tradicionais controlados. A promiscuidade, a corrupção viralizam os notebooks e smartfones de quase a totalidade da população. Não há personagem ou cor partidária inocente. Não há mocinhos heróis nessa trágica e frágil democracia brasileira. Os ícones do imaginário da população percorrem os dias de gloria á desgraça. Os que ainda seguram as pernas dependem do voto dos marginalizados para se manterem parcialmente imunes aos ditames constitucionais e legais. O atrevimento custou a descrenças nos poderes e nas ditas autoridades constituídas.


Não resta um nome palpável no MDB, no DEM ou no PSDB para concorrer ao sufrágio com possibilidade de vitória, tão pouco no PT, PCdoB, Psol e PSB com a ausência de Luiz Inácio Lula da Silva. Os partidos de aluguel estão sem demanda para venderem seus apoios. Acabou o financiamento eleitoral privado, restam os feitos e popularidade dos pleiteantes. Começam a aparecer os mocinhos salvadores da pátria.


Qualquer coisa pode acontecer. Tem muita água a passar por baixo da ponte. Quem viver verá.

 

Colunista colaborador: Adelmo Borges dos Santos


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