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18/01 08h49 2018 Você está aqui: Home / Educação DaRedação Portal Abrantes Imprimir postagem

Em busca de vaga para os filhos, pais dormem na porta do Colégio Estadual de Abrantes

Apesar da informação divulgada que a matrícula poderia ser feita pela internet, alguns pais e alunos estão dormindo no local, tudo isso para garantir a matrícula dos seus filhos para o ano letivo de 2018, no Colégio Estadual de Vila de Abrantes (CEVA).  A equipe do Portal Abrantes conversou com o diretor da escola, Adriano Souza,  e com alguns pais de alunos. 

O diretor informou que não é necessário dormir na porta da escola, pois nenhum aluno vai ficar fora da instituição.

"É muito importante essa informçaõ para desmistificar a questão das senhas. A organização da senha do portão para dentro compete a escola, lado de fora a gente não se responsabiliza. Então devido a quantidade de funcionários que nós temos, a gente limita a quantidade de atendimento, pois não tem como oferecer todas as vagas em um dia só. Não temos capacidade humana para atenter 200 pessoas em um dia. Distribuimos uma quantidade de setenta senhas para um turno  e 70 para o outro dia.

O diretor ainda orienta que os pais tenham paciência e tentem fazer o procedimento pelo site.

"Nós temos vagas suficiente para todos os alunos. Não tem necessidade das pessoas estarem na porta da escola, dormindo e aguardando atendimento. Quando as pessoas recebem o comprovante de matrícula do municipio, ja recebem com a senha. Então automaticamente elas já podem acessar o site , e clicar lá no link de matrícula e prencher todos os requisitos, e depois trazer a documentação para escola. O que pode estar acontecendo é o site ficar pesado, e as pessoas algumas vezes não conseguem acessar. É a Bahia toda utilizando esse mesmo site. As pessoas têm que ter paciência e estar matriculando seus filhos através do site" 

"Tentei fazer pela internet e não consegui de jeito nenhum. Então o único jeito da gente conseguir é dormindo mesmo e ficando aqui na porta da escola", disse Rose, que é moradora de Jauá.

Já Carmem, que é mãe de aluno, disse que chegou às 5h da manhã, em busca da vaga.

 


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